PIX - pagamento instantâneo brasileiro - está cada vez mais presente no comércio de Buri.

 




Lojistas em Buri estão aderindo o novo sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o PIX, tecnologia desenvolvida pelo Banco Central em novembro do ano passado.

Seja na loja de materiais de construção, de bijuterias, no pet shop, na sorveteria ou na adega, aos poucos o sistema vem sendo implantado nesses estabelecimentos comerciais, agilizando as transações e pagamentos. Além da instantaneidade da operação - cerca de 10 segundos - a gratuidade da transação entre pessoas físicas e MEIs tem atraído cada vez mais usuários.

A expectativa do mercado é que o sistema seja o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser um sistema gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana.

Maria Luísa Fonseca Arato Pinto é dona de uma loja de roupas infantis e a ausência de taxas a estimulou quanto ao uso do Pix. Também é o caso das empresárias Verônica Santo Camilo, dona de uma doceria e de Carolina Teodoro, proprietária de uma loja de presentes em Buri.

"(...) eu tenho sido muito feliz com o Pix, eu gosto bastante por que não pagamos as tarifas de cartão né, que no final da história da uma diferença boa. Prefiro o Pix pela praticidade e por conta da pandemia, além do atendimento presencial eu vendo pelo WhatsApp, então eu faço toda venda on line e o cliente já faz o pagamento pelo Pix, eu já entrego e fica tudo certo. Facilitou muito a vida" disse Carolina.

A praticidade também foi mencionada por Joyce Karina Amaro. Ela trabalha na loja de materiais de construção Carijó e disse que já dispõe do sistema de pagamento instantâneo.

"Os clientes estão descobrindo essa nova modalidade gradativamente; é um método rápido e prático pra efetuar transações, facilitando a comunicação entre os bancos sem cobrar taxas independente do valor a ser utilizado! Uma técnica ótima e eficaz tanto para o estabelecimento quanto para o cliente" disse.




De acordo com as regras definidas pelo Banco Central, o Pix é gratuito para Pessoas Físicas (PF) e Microempreendedores Individuais (MEIs) nos seguintes casos:

*Ao fazer um Pix: envio de recursos, com o intuito de transferência e de compra;

*Ao receber um Pix: recebimento de recursos com a finalidade de transferência.

Mas há exceções – segundo o BC, Pessoas Físicas e MEIs poderão ser cobradas pelo Pix em duas situações:

*Ao fazer um Pix: quando utilizar canais de atendimento presenciais ou por telefonia mesmo havendo meios eletrônicos disponíveis;

*Ao receber um Pix: quando configurar atividade comercial, ou seja, na venda de um produto ou serviço.

Além disso, pode haver um limite da gratuidade dos pagamentos instantâneos. O Banco Central propõe Pix gratuito para até 30 transferências mensais, quando configurar atividade comercial. Neste caso, a tarifa pode ser praticada a partir da 31ª transação.

Já para Pessoas Jurídicas (PJ), o BC abriu a possibilidade de cobrança de tarifas por parte das instituições financeiras e de pagamento – pelo envio e recebimento de recursos. Dessa forma, o modelo de precificação e os valores das tarifas são definidos pela própria instituição (fonte/gerencianet).

Clique aqui e descubra mais sobre o Pix.


Por Buri conectado
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